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HISTÓRIA DO SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO
1. Quando o essencial era a Conversão do Coração O Novo Testamento concebe a comunidade como o espaço fundamental para a vivência da reconciliação. É o lugar da correcção fraterna e da experiência do perdão. Na igreja primitiva, não existiam confessionários…
2. Quando o essencial era a Penitência pelo Pecado No século VI surge com grande força a vida monástica, que era entendida como vida em permanente penitência. Neste meio monástico era essencial a prática da Direcção Espiritual, a procura de um Conselheiro. Esta prática acabou por se misturar e confundir até com a confissão dos pecados…
3. Quando o essencial era a Confissão dos Pecados Aqui, estamos já perante o fundamental do que veio a ser a confissão auricular até aos nossos dias, com a sua marca mágico-ritualista. E, além desta, a confissão vai assumir o carácter de juízo. O princípio evangélico de não julgar começa a ter uma excepção: a confissão dos pecados.
PECADO E RECONCILIAÇÃO NA BÍBLIA
4. Pecado e Reconciliação na perspectiva Histórica O pecado é a contaminação do tecido relacional humano. Adão e Eva geram Caim e Abel, e a ruptura relacional iniciada nos pais chega nos filhos ao máximo significado: a fraternidade é destruída pelo fratricídio! A morte de Abel é muito mais que um relato de homicídio: é uma catequese sobre o perigo da arbitrariedade e do egoísmo.
5. Pecado e Reconciliação na perspectiva Profética Na linguagem dos profetas, a Aliança é uma Relação Conjugal entre Deus e o Seu povo. Por isso as infidelidades do povo fazem Deus sentir-se como um esposo traído. Mas Deus continua a não desistir da Sua amada e toma a iniciativa da reconciliação!
6. Pecado e Reconciliação na perspectiva Sacerdotal A teologia sacerdotal vai começar a falar de “lugar de culto”, passando a dar mais importância ao lugar da reunião do que às pessoas reunidas. Sagrado, passa a ser o templo, e não o Povo de Deus reunido sob a Sua Palavra.
7. A Plenitude em Cristo Em Jesus revela-se e realiza-se a Nova e Definitiva Aliança de Deus com os Homens, o Novo e Definitivo Compromisso, que é selado pelo Espírito Santo como vínculo de união humano-divina: somos da Família de Deus pelo “Espírito Santo que foi derramado nos nossos Corações!”
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