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Uma Proposta: a Vida Teologal como Espiritualidade Prática Às vezes enchemos a nossa vida de Princípios perfeitos, Teorias espantosas e Sentidos inquestionáveis, mas os nossos dias continuam pobres de vida, pouco alegres, meio cinzentos… O que é que se passa?!
O segredo Optimismo! A primeira atitude de que te quero falar para esta Espiritualidade Prática é o Optimismo. Conheço pessoas que, em nome de “deus”, estão carregadas de negatividade, sempre a falarem de si próprias com queixumes, sempre a bisbilhotar os males dos outros e a sentenciar a perdição do mundo!
Reaprender a pensar Se pensares bem, dás-te conta de que às vezes passamos dias e dias a remoer na nossa cabeça acontecimentos, situações e expectativas negativas. Estamos sempre a ruminar o que foi mau, e a esperar o pior.
Inverter a lógica É fundamental compreendermos que a realidade “não é simplesmente o que é”, mas acaba sempre por tornar-se o modo como olhamos para ela. As coisas tomam a cor da luz que as ilumina.
O Homem faz-se, fazendo! Se queres fazer-te diferente do que tens sido, faz diferente do que tens feito! Porque o que fazemos e optamos não é simplesmente a Manifestação do que somos, mas também a Construção do que somos!
A Higiene do Homem Interior Uma das primeiras lições que se aprendem na “Escola da Espiritualidade Prática” é que a vida no seu melhor, que é o que todos procuramos, não acontece por acaso! Deus criou-nos criadores de nós próprios, e capacita-nos a realizarmos sempre o melhor das nossas possibilidades.
Optimizar-se é Optimizar as Relações Viver é conViver! Um ser humano reduzido a si próprio, nunca chega a ser ele próprio. Só nos encontramos verdadeiramente no encontro com outros. É no “rosto” do outro que eu conheço a verdade do meu “rosto”.
Dos culpados às soluções Preocupa-te em procurar mais comprometidamente as Soluções, do que os Culpados! Ora aqui está um dos segredos fundamentais do coração sábio. Implica uma nova maneira de olhar e agir.
Da ruminação pessimista à digestão optimista A ruminação dos acontecimentos encerra-nos na espiral fechada da angústia, pela repetição constante do “Porquê?! Porquê?!” E, muitas vezes, não há mesmo um “porquê”… A digestão insere-nos na espiral aberta do crescimento, pela serena luminosidade da pergunta: “Para quê?... Para quê esta situação? O que aprendo com ela, como posso crescer nela?”
A magia do Humor E acima de tudo o Humor! Sim, sim, sim! No coração o Amor, no rosto o Humor!
SIM e NÃO a muita coisa... “Seja este o vosso modo de falar: SIM, sim! NÃO, não! O que for além disto, procede do espírito do mal!”
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